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Escola e comunidade integradas em prol da educação e cultura

Publicado em 27/08/2018 às 14:29 - Atualizado em 27/08/2018 às 14:31

Homenagear os pais, integrar escola, família e comunidade, e valorizar a cultura local foram os objetivos do evento promovido na sexta-feira (20) no Núcleo Municipal Maria Eleci Francisco Correa, da comunidade do Marmeleiro, no interior de Anita Garibaldi.

A programação iniciou pela manhã com apresentações envolvendo todas as turmas e professores homenageando os pais, bem como enfatizando as culturas gaúcha e cabocla, e ainda os convidados Rui Duarte e a dupla de trovadores: Borginho e Genor Zartori, que contribuíram com talentos e conhecimentos.

José Valdinei da Silva e Dirlei Inácio da Silva que são pais da pequena Ana Alice, estudante do 1º ano, moravam em Florianópolis e agora residindo no Marmeleiro elogiaram a escola e a atividade realizada. "Estamos adorando o sistema de ensino da escola, é ótimo, e eventos assim ajudam no aprendizado dos filhos, além de aproximar as famílias da escola", comentaram os agricultores.

Após as apresentações, todos os presentes almoçaram no espaço escolar, contribuindo apenas com uma partilha para acompanhar o bolo do Dia dos Pais, o qual media dois metros. Segundo a responsável pela gestão da escola e professora do pré-escolar, Rosana Pereira Mendes, o intuito do evento é resgatar a cultura, valores e promover a partilha. "Entendemos que é muito importante essa integração, pois queremos que as famílias e comunidade conheçam nossa escola. Agradeço toda a equipe e cada uma que colaborou para a realização dessa atividade, também a professora Juliana do C.E.I. Anir Dalmora e a presença do Núcleo da Capela São Paulo", disse Rosana.

O prefeito João Cidinei da Silva, que é morador do Marmeleiro, elogiou o evento. "O mundo está voltado para a tecnologia, por isso a importância de fazer esse resgate da cultura e costumes, e da melhor forma: com a participação de todos", destacou o prefeito.

Com 48 alunos, o Núcleo do Marmeleiro conta com apoio de voluntários, como a dona Ilma Correa Branco, que tem 61 anos e sempre ajuda a escola com doações e trabalho voluntário. "A escola realiza um trabalho muito bom, minha neta estuda aqui. Gosto de ajudar no que posso, mesmo hoje em dia morando em Cerro Negro", completou.

Ao final da programação, as crianças passearam numa carreta puxada por bois, costume típico do meio rural que tem sido esquecido com a modernidade atual.

Fonte: Jornal Correio dos Lagos/Thaís Soares


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